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No Dia Mundial da Atividade Física, especialistas garantem que a prática de exercícios não só previne problemas, mas também ajuda pessoas com cardiopatias

Em todo o globo, o dia 6 de abril é marcado como o Dia Mundial da Atividade Física. A data serve para conscientizar as pessoas dos benefícios de movimentar o corpo, que vão além da aparência física. É sabido por muitos que praticar exercícios físicos aumenta a disposição, diminui a ansiedade, fortalece a imunidade e faz bem ao coração, evitando futuras doenças cardiovasculares.
Mas porque isso acontece? De acordo com o cardiologista do Instituto do Coração de Taguatinga (ICTCor), Dr. Thomas Osterne, é por conta da melhora da circulação sanguínea. Isso se dá por meio da otimização da função das células endoteliais, que formam a camada que reveste a parede interna dos vasos que irrigam o corpo como um todo. “Praticar exercícios aumenta a capacidade de vascularização no organismo. Com um fluxo de sangue correto, o coração funciona melhor, fica mais resistente a esforços e estresse e os riscos de comprometimento às artérias diminuem”, explica o profissional.

Exercícios e cardiopatas

As atividades físicas são recomendadas também para quem já teve alguma doença cardiorrespiratória. De acordo com Dr. Candido Gomes, cirurgião cardiovascular do ICTCor, é ainda mais importante para elas. “Os exercícios interferem diretamente nos fatores de risco modificáveis, como hipertensão, colesterol e diabetes”, garante. “Até para pessoas que já passaram por intervenções, como angioplastia, é fundamental se movimentar. A melhora do fluxo sanguíneo faz manutenção da saúde arterial destes pacientes”, complementa.

Além disso, a prática frequente de exercícios físicos auxilia no ganho de capacidade cardiovascular. “O fato do paciente ter uma resistência e força muscular maior, ajuda muito na recuperação de uma doença cardiovascular, e também na prevenção de outras”, justifica o médico. Para melhorar a circulação e a capacidade cardiovascular, os exercícios mais recomendados são os aeróbicos, como caminhada, bicicleta e corrida, sendo a musculação uma boa opção para complementar.

Porém vale lembrar que as pessoas que têm alguma questão cardíaca devem, obrigatoriamente, procurar um médico antes de começar a praticar exercícios e somente fazê-los de acordo com as recomendações do profissional. “Cada caso é um caso e tudo deve ser feito de forma individualizada, como indicação do tipo de exercício, do tempo de prática e até mesmo da frequência cardíaca que se deve manter. Nessa hora, medidores de frequência cardíaca são essenciais”, finaliza.

E com marcapasso?

Pessoas com arritmia que façam uso de marcapasso cardíaco também não estão proibidos de fazer atividades físicas. “O marcapasso por si só não impede ninguém de fazer exercícios, a não ser que, além do dispositivo, o paciente tenha alguma patologia cardíaca limitante. Porém é sempre bom evitar grandes esforços com o músculo peitoral, onde o sistema é implantado, e fazer tudo com prescrição médica”, explica Dr. Cândido.
Para os portadores de marcapasso também não são recomendados os esportes de contato. “Não é indicado que os pacientes joguem futebol, basquete, lutas, entre outros. Tirando isso, é mais tranquilo. Tenho, inclusive, pacientes que têm marcapasso que são alpinistas e ciclistas e vivem super bem”, finaliza o cirurgião.

Instituto do Coração de Taguatinga

Doenças Coronarianas…

No Brasil, comemora-se anualmente o Dia da Saúde e da Nutrição no dia 31 de março, para marcar a importância da manutenção diária da saúde por meio de bons hábitos alimentares e de vida. Porém muita gente ainda não tem o devido conhecimento de como o fato de se alimentar mal pode interferir diretamente não só na aparência física, mas também na saúde de uma forma geral e, principalmente, do coração.

Um dos principais riscos que a má alimentação traz ao órgão é o aumento das chances de se adquirir doenças coronarianas. De acordo com o cardiologista do Instituto do Coração de Taguatinga (ICTCor), Dr. Bruno Jardim, tratam-se de doenças ou danos que acometem os principais vasos sanguíneos do coração. “Quando há depósito de gordura nas artérias coronárias, o fluxo sanguíneo que é bombeado para o coração é interrompido”, explica.

Ainda segundo o médico, esta interrupção é problemática, pois pode causar problemas como insuficiência cardíaca, arritmias, e até mesmo levar à morte. “Uma irrigação inadequada de sangue no coração pode provocar a morte do tecido e, consequentemente, um infarto do miocárdio”, adverte. Os sintomas mais comuns nestes casos são dores no peito, falta de ar, inchaços nos pés.

Como tratar?

Os tratamentos deste tipo de doença variam de acordo com a gravidade, podendo ser desde mudanças de hábitos até os procedimentos um pouco mais invasivos. “Em alguns casos mais brandos, a simples mudança alimentar e a introdução de exercícios físicos podem ajudar. Mas, às vezes, é necessário lançar mão de medicamentos ou mesmo de intervenções como a angioplastia e o cateterismo, que desobstruem as artérias cirurgicamente”, pontua o cardiologista.

Além disso, o médico alerta que os pacientes devem estar atentos para o risco de ter novos problemas após passarem pelos tratamentos e procedimentos. “Os bons hábitos devem ser extendidos por toda a vida. Até porque, o fato de uma pessoa já ter desobstruído as artérias, seja por tratamento medicamentoso ou por intervenções, não quer dizer que o problema não possa voltar. A prevenção é sempre o melhor remédio”, finaliza.

Melhor do que remediar

Como tudo na vida é melhor prevenir do que remediar, cuidar da alimentação deveria, de acordo com o nutricionista Daniel Novais, ser prioridade na vida de todas as pessoas. Não só para fins estéticos, mas principalmente como um investimento para a saúde a longo prazo. “É necessário ter essa consciência, porque o que nós comemos dita diretamente como será nossa saúde daqui uns anos”, declara.

Para evitar doenças como colesterol alto, diabetes, hipertensão e obesidade, alimentos com altos níveis de gordura e açúcar devem ser consumidos com muita parcimônia. “Frituras, industrializados, itens com alta concentração de açúcar e de gorduras saturadas são um verdadeiro veneno para a saúde”, adverte Daniel. “Uma alimentação rica em fibras, gorduras boas como as das castanhas e proteínas animais magras, e nutrientes encontrados em legumes e verduras, associadas a exercícios físicos, garantem um futuro mais saudável”, finaliza.

Tratamento de câncer pode interferir na saúde do coração

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No mês que se comemora o Dia Mundial de Combate ao Câncer, saiba como proteger o coração dos efeitos colaterais do tratamento oncológico

No mês de fevereiro (4) se comemora o Dia Mundial de Combate ao Câncer. A data foi criada pela União Internacional de Controle do Câncer (UICC) e tem como objetivo conscientizar a população, no que diz respeito a hábitos saudáveis e diagnóstico precoce. Muito já é sabido sobre a doença, mas o que muita gente ainda não sabe é que o coração é um dos órgãos que mais sofre com o tratamento da doença e merece uma atenção especial neste período.

De acordo com estudos publicados na revista científica Journal of Clinical Oncology, pessoas que passam por um câncer se tornam mais vulneráveis a doenças cardiovasculares, mesmo não tendo um histórico familiar de problemas cardíacos. Os grupos mais suscetíveis são as crianças e os idosos. O oncologista do Hospital Anchieta, Dr. Marcos França, explica que isto se dá como efeito colateral do tratamento. “Algumas medicações e métodos usados no tratamento, como quimioterápicos e a radioterapia, podem causar insuficiência cardíaca, arritmias, hipertensão arterial, entre outros problemas”, relata.
Logo, o cuidado com o coração deve ser redobrado durante o tratamento oncológico. Neste momento, a cardiologia e a oncologia devem trabalhar juntas, necessidade que fez surgir a cardio-oncologia. Dr. Bruno Jardim, cardiologista do Instituto do Coração de Taguatinga (ICTCor) garante que esta troca é importante. “O acompanhamento dos pacientes oncológicos é constante. Em contato com os oncologistas responsáveis, monitoramos todas as taxas e, se necessário, solicitamos a troca de algum medicamento que possa ser substituído”, explica.

Procedimentos comuns na cardiologia, como o cateterismo e a angioplastia, podem e devem ser realizados em pacientes com câncer, porém há de se ter alguns cuidados específicos. “Antes de fazer procedimentos deste tipo, eles devem ser avaliados no que tange predisposição a trombose, nível de plaquetas no sangue e potencial de interação medicamentosa. Tudo deve ser bem individualizado, inclusive a escolha de dispositivos usados no processo”, afirma Dr. Thomas Osterne, cardiologista do ICTCor.

Avanços a favor dos pacientes

A tecnologia e os avanços da medicina já permitem que pacientes com tumores tenham disponíveis tratamentos que diminuam os efeitos colaterais, potencializem os resultados e agridam menos outros órgãos, entre eles o coração. A neurorradiologia intervencionista atua no tratamento oncológico, oferecendo a técnica de embolização tumoral na face e no cérebro para os pacientes acometidos pela doença nas áreas da cabeça e pescoço.

O Dr. Eduardo Waihrich, neurorradiologista do ICTCor, explica que a embolização funciona como uma espécie de cateterismo, no qual um cateter é introduzido na artéria femoral e conduzido até as artérias do pescoço. Lá, um microcateter injeta o quimioterápico diretamente na circulação do tumor. “Isso é uma vantagem, já que possibilita uma dosagem menor da substância, além de não ter tanto impacto no sistema nervoso central. Trata-se de um método minimamente invasivo, que é uma tendência geral na medicina”, relata.

A embolização atua em duas frentes no ICTCor. Uma é pré-operatória e visa ajudar a revascularização, diminuição de perda de sangue e tempo de cirurgia, o que diminui o tempo de exposição e o risco de infecções durante a cirurgia para retirada de tumores. A segunda é paliativa, realizada em pessoas que não têm condições de passar por um procedimento cirúrgico. “Com isso, nós conseguimos retardar a evolução da doença e aumentar a sobrevida do paciente”, garante Dr. Eduardo.

Brasília, sexta-feira, 8 fevereiro, 2019

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No mês que se comemora o Dia Mundial de Combate ao Câncer, saiba como proteger o coração dos efeitos colaterais do tratamento oncológico

No mês de fevereiro (4) se comemora o Dia Mundial de Combate ao Câncer. A data foi criada pela União Internacional de Controle do Câncer (UICC) e tem como objetivo conscientizar a população, no que diz respeito a hábitos saudáveis e diagnóstico precoce. Muito já é sabido sobre a doença, mas o que muita gente ainda não sabe é que o coração é um dos órgão que mais sofre com o tratamento da doença e merece uma atenção especial neste período.

De acordo com estudos publicados na revista científica Journal of Clinical Oncology, pessoas que passam por um câncer se tornam mais vulneráveis a doenças cardiovasculares, mesmo não tendo um histórico familiar de problemas cardíacos. Os grupos mais suscetíveis são as crianças e os idosos. O oncologista do Hospital Anchieta, Dr. Marcos França, explica que isto se dá como efeito colateral do tratamento. “Algumas medicações e métodos usados no tratamento, como quimioterápicos e a radioterapia, podem causar insuficiência cardíaca, arritmias, hipertensão arterial, entre outros problemas”, relata.

Logo, o cuidado com o coração deve ser redobrado durante o tratamento oncológico. Neste momento, a cardiologia e a oncologia devem trabalhar juntas, necessidade que fez surgir a cardio-oncologia. Dr. Bruno Jardim, cardiologista do Instituto do Coração de Taguatinga (ICTCor) garante que esta troca é importante. “O acompanhamento dos pacientes oncológicos é constante. Em contato com os oncologistas responsáveis, monitoramos todas as taxas e, se necessário, solicitamos a troca de algum medicamento que possa ser substituído”, explica.

Procedimentos comuns na cardiologia, como o cateterismo e a angioplastia, podem e devem ser realizados em pacientes com câncer, porém há de se ter alguns cuidados específicos. “Antes de fazer procedimentos deste tipo, eles devem ser avaliados no que tange predisposição a trombose, nível de plaquetas no sangue e potencial de interação medicamentosa. Tudo deve ser bem individualizado, inclusive a escolha de dispositivos usados no processo”, afirma Dr. Thomas Osterne, cardiologista do ICTCor.

Avanços a favor dos pacientes
A tecnologia e os avanços da medicina já permitem que pacientes com tumores tenham disponíveis tratamentos que diminuam os efeitos colaterais, potencializem os resultados e agridam menos outros órgãos, entre eles o coração. A neurorradiologia intervencionista atua no tratamento oncológico, oferecendo a técnica de embolização tumoral na face e no cérebro para os pacientes acometidos pela doença nas áreas da cabeça e pescoço.

O Dr. Eduardo Waihrich, neurorradiologista do ICTCor, explica que a embolização funciona como uma espécie de cateterismo, no qual um cateter é introduzido na artéria femoral e conduzido até as artérias do pescoço. Lá, um microcateter injeta o quimioterápico diretamente na circulação do tumor. “Isso é uma vantagem, já que possibilita uma dosagem menor da substância, além de não ter tanto impacto no sistema nervoso central. Trata-se de um método minimamente invasivo, que é uma tendência geral na medicina”, relata.

A embolização atua em duas frentes no ICTCor. Uma é pré-operatória e visa ajudar a revascularização, diminuição de perda de sangue e tempo de cirurgia, o que diminui o tempo de exposição e o risco de infecções durante a cirurgia para retirada de tumores. A segunda é paliativa, realizada em pessoas que não têm condições de passar por um procedimento cirúrgico. “Com isso, nós conseguimos retardar a evolução da doença e aumentar a sobrevida do paciente”, garante Dr. Eduardo.

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